APCV

Subscrever

Subscreva a nossas notícias receba regularmente informação no seu email.

RELATÓRIO INDEPENDENTE ILUSTRA PROGRESSOS SUBSTANCIAIS FEITOS EM PORTUGAL NA COMUNICAÇÃO RESPONSÁVEL DE CERVEJA 

Alberto da Ponte, Presidente da APCV e simultaneamente Presidente da The Brewers of Europe declarou: “em 2007,  os cervejeiros europeus assumiram um compromisso com o Fórum Álcool e Saúde da União Europeia para garantir uma comunicação comercial responsável através de um sistema de auto-regulação, dando-lhe um prazo até Abril de 2010 para o fazer.

Este relatório independente e auditado, ilustra os esforços sem precedentes e substanciais progressos feitos em Portugal e na Europa para aperfeiçoar e optimizar sistemas de auto-regulação através da implementação de 7 pilares de boas práticas para a comunicação comercial da cerveja. Este relatório vem confirmar a nossa convicção que a auto-regulação na comunicação comercial é um instrumento fundamental e complementar à legislação existente.” Em meados de Maio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) adoptou uma estratégia global para reduzir o consumo abusivo do álcool.

A APCV acredita que temos uma responsabilidade social e uma obrigação moral de garantir que o nosso sector anuncia de forma responsável e estamos satisfeitos por ver que a OMS reconhece o papel que a auto-regulação da comunicação comercial tem a desempenhar neste contexto. A este respeito, o relatório é oportuno. Comunicação responsável Em 2007, a APCV comprometeu-se, por intermédio da The Brewers of Europe, em analisar e optimizar os sistemas existentes de auto-regulação em matéria de comunicação comercial. A iniciativa foi desenvolvida no âmbito do Fórum Álcool e Saúde da União Europeia – do qual a The Brewers of Europe é membro fundadora e um dos principais contribuintes. Em Portugal, toda a comunicação comercial de cerveja com álcool em Portugal é directamente avaliada pelo ICAP – Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial, a única instituição civil da área da auto-regulação existente em Portugal, com competências e órgãos próprios. Evolução na auto-regulação O relatório demonstra que foi feito um substancial progresso em Portugal e em toda a Europa. Além disso, a eficácia da auto-regulação é cada vez mais reconhecida pela União Europeia e pelos legisladores nacionais como uma opção eficaz de regulamentação.

O relatório hoje apresentado demonstra a substancial evolução pelo sector cervejeiro europeu no âmbito da auto-regulação:

• Foram implementados sistemas de auto-regulação em países onde não existiam anteriormente;

• 10 países melhoraram os seus sistemas de gestão de queixas pela incorporação de elementos independentes

• O conhecimento pelos consumidores da existência dos sistemas de auto-regulação publicitária cresceu em 24 de 27 países

• 26 países possuem um sistema de gestão de queixas implementado com sanções efectivas A APCV está empenhada em fortalecer os sistemas de auto-regulação actualmente em vigor. Também reconhece que os processos terão de se adaptar às mudanças sociais e expectativas culturais, bem como à evolução da paisagem mediática,  onde a comunicação online e os media social estão cada vez mais dominantes e requerem atenção. Esta área será o foco de novos compromissos pela The Brewers of Europe.

Sobre a auto-regulação da comunicação comercial (Afinal o que é) A auto-regulação publicitária é um sistema utilizada pela indústria cervejeira para uma comunicação responsável. O sector cervejeiro está empenhado em ter os seus anúncios avaliados por entidades externas independentes. As principais vantagens da auto-regulação passam pela sua rapidez, flexibilidade, liberdade e acessibilidade, e, independência. Auto-regulação publicitária é um exemplo de ‘melhor regulação’, onde as leis nacionais existentes e auto-regulação trabalham em conjunto de forma a responder rápida e eficientemente a expectativas culturais e sociais.

Sobre os 7 pilares de boas práticas Estas orientações exigem que haja:

• Organismos nacionais independentes: as chamadas Organizações de Auto-Regulação são compostas por partes imparciais. Exemplos: organizações de consumidores, advogados e cientistas. • Orientações para os anunciantes, agências de publicidade e media: códigos que abrangem

• Vários aspectos de publicidade responsável; por exemplo, o recurso a jovens e conteúdo sexual.

• Os cidadãos podem expressar as suas preocupações: se os cidadãos querem expressar uma opinião, podem fazê-lo graças a denúncias concretas apresentadas a júris independentes

• As queixas são tratadas por um painel independente: composto por académicos, advogados, especialistas em comunicação e organizações de consumidores.

• Desta forma, os sistemas nacionais de auto-regulação são flexíveis, livres e acessíveis, independentes e imparciais. O relatório está disponível em no website da The Brewers of Europe.